Publicações
Cálculo Judicial Abr 2026 7 min de leitura

Memórias de cálculo: o que torna uma liquidação realmente defensável

Critérios técnicos, fundamentação normativa e clareza expositiva como pilares de uma boa memória de cálculo.

A memória de cálculo é o documento que materializa, em números, o comando da sentença. Sua robustez determina a estabilidade da fase de liquidação e a segurança das partes quanto ao valor devido.

Três pilares de uma boa memória

Primeiro, a fidelidade ao título executivo: cada parcela apurada deve referir-se a um trecho específico da decisão. Segundo, a transparência metodológica: índices, datas-base, periodicidade de capitalização e critérios de juros devem estar declarados. Terceiro, a auditabilidade: qualquer técnico deve poder reproduzir os números a partir das premissas.

Erros recorrentes

Aplicação de índice diverso do determinado, dupla incidência de correção, omissão de marcos interruptivos da prescrição e ausência de demonstrativo analítico estão entre as falhas mais combatidas em impugnações.

Uma memória bem construída antecipa essas objeções e oferece, em si mesma, a resposta técnica.

Voltar
Arêas & Pimentel
Continue lendo

Artigos relacionados

Apoio técnico-pericial

Precisa de apoio técnico-pericial? Fale com a Arêas & Pimentel.

Atuação especializada em perícias e cálculos judiciais para cooperativas de crédito em todo o Brasil.